O apagão que ocorreu em 2001, trouxe uma rede de termelétricas que possuem uma fonte energética mais cara para o Brasil. Com a atual crise hídrica, que está assolando diversos estados, surgirá a nova tendência das energias renováveis, principalmente a energia eólica, energia solar e de biomassa.

Tendo em vista as dificuldades, algumas empresas buscam nessas fontes renováveis uma forma de se precaver de futuras secas, que podem se tornar mais frequentes tendo em vista as mudanças climáticas.

De acordo com Rodrigo Sauaia, presidente executivo da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABsolar), o uso de fontes hídricas será analisado a partir de suas prioridades, como consumo animal e humano, deixando a geração de energia como última opção.

Já de acordo com o diretor da RZK Energia, Luiz Serrano, o custo elevado devido à crise hídrica será um grande impulsionador para as decisões de investimentos em fontes de energia solar, eólica e biomassa. O preço do megawatt/hora (MWh) no mercado spot, saiu de R$ 300, em março, para R$ 520 mais recentemente.

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